quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Conto: Levanta, Princesa, a abóbora virou carruagem


Sinopse

Está de saco cheio de sua vida pacata e com vontade de chutar o pau da barraca? O que você faria se tivesse a oportunidade de esquecer as responsabilidades por um dia e se deixar levar? Às vezes, uma escolha precipitada te proporciona uma experiência inesquecível. O grito de libertação da mulher moderna sobre sua individualidade, seus sonhos e seu corpo.

Apesar da escrita fluida, a autora Josy Stoque não me convenceu com o conto "Levanta, Princesa, a abóbora virou carruagem".

A protagonista que por sinal não tem nome, é chata, reclama de tudo e sua conduta não é memorável. Para provar individualidade e controle sobre seu corpo a mulher moderna não precisa se submeter a esse papel lamentável, mais triste ainda é saber que existem milhares que pensam dessa forma.

Fica meu apelo, pessoas não são objetos, amor não se resume a sexo!


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3 comentários:

  1. Misericórdia. Nunca vi ninguem falar de um livro de um jeito tão simples e direto. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Amei!!!!!
    Bom, fora da minha lista, então.

    bjus
    http://terradecarol.blogspot.com.br/2013/12/resenha-de-todo-dia-david-levithan.html

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    Respostas
    1. Oi Carol, você é fogo né amiga, como me aprofundar se a história é um conto de 11 páginas?... só tem uma maneira, ser curta e grossa rs
      Bjos

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  2. Oi Aline, agora que encontrei a resenha no seu blog. Não tem como justificar a atitude da personagem sem nome (isso realmente não era importante na narrativa do texto, foi proposital), escrevi como forma de catarse. Fico triste que não tenha compreendido a essência do conto. É curto mesmo, porque é só uma cena. A personagem está revoltada e resolve viver um dia de fantasia (o que muita gente morre de vontade de fazer, mas a maioria não faz). É hipocrisia dizer que mulheres casadas não possuem desejo. A personagem é fictícia, portanto, ela pode fazer o que nenhuma de nós faria. Por que não? E ela faz porque eu assim o quis. Quem nunca quis se sentir bem e valorizada pelo menos uma vez na vida? O tom do texto é revoltoso, sim, e super irônico, porque tinha a intenção de chocar mesmo. Agora o que precisamos fazer para que nossa vida não se torne uma merda como a dela? Está em nossas mãos. Talvez se você ler a trilogia Puro Êxtase, onde este assunto se torna mais aprofundado, venha a me compreender. Beijos

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